O setor sucroenergético brasileiro representa um dos pilares fundamentais da economia nacional e um paradigma global em termos de energia renovável. A transição da
antiga indústria açucareira para o complexo bioenergético contemporâneo não foi apenas uma mudança de nomenclatura, mas uma revolução tecnológica impulsionada pela necessidade de eficiência, sustentabilidade e competitividade. No centro dessa transformação, a automação industrial surge como o sistema nervoso central das usinas, permitindo que processos biológicos e mecânicos complexos sejam monitorados e controlados com precisão milimétrica. A Nova Smar, sediada em Sertãozinho, no coração da maior região produtora de cana-de-açúcar do mundo, desempenhou um papel protagonista nessa evolução desde a sua fundação em 1974.
A automação de processos industriais pode ser compreendida através de uma analogia com o corpo humano: os sensores e transmissores atuam como os sentidos, captando variações de pressão, temperatura e nível; os controladores funcionam como o cérebro, processando informações e tomando decisões baseadas em algoritmos; e os atuadores, como válvulas e motores, representam os músculos que executam as ações necessárias para manter o equilíbrio do sistema. No setor sucroenergético, essa coordenação é vital, pois o processamento da cana-de-açúcar envolve variáveis altamente dinâmicas e uma matéria-prima que inicia sua degradação imediatamente após a colheita.
Este relatório técnico detalha a trajetória da Nova Smar, analisando como a empresa identificou lacunas tecnológicas nas décadas de 1970 e 1980 e como suas soluções moldaram o padrão de automação das usinas modernas. Além da cana-de-açúcar, a análise se estende ao crescente mercado de etanol de milho, um segmento que tem recebido investimentos massivos no Brasil e no exterior. Serão discutidos os desafios operacionais, a modularidade das tecnologias oferecidas, o papel fundamental da capacitação profissional através da Smar Academy e as inovações disruptivas, como o padrão O-PAS, que prometem redefinir a automação industrial na próxima década.
A automação industrial é definida como o uso de sistemas de controle, como computadores ou robôs, e tecnologias de informação para lidar com diferentes processos e máquinas em uma indústria para substituir um ser humano. No entanto, na visão da Nova Smar, a automação vai além da substituição; trata-se de "excelência operacional", que significa otimizar e dinamizar os processos através da análise de dados em tempo real, facilitando a tomada de decisão inteligente e estratégica em todos os níveis da organização.
Fundamentos do Controle de Processos
O controle de processos baseia-se na manutenção de variáveis (PV - Variable Process) em torno de um valor desejado (SP - Set Point). Em uma usina de açúcar e álcool, um exemplo clássico é o controle de temperatura nas dornas de fermentação. Se a temperatura ultrapassar os limites ideais para as leveduras, a eficiência da conversão de açúcar em álcool despenca, resultando em perdas financeiras significativas. A contribuição da Smar nesse campo iniciou-se com o domínio da instrumentação de campo, evoluindo para sistemas complexos de controle digital.
As arquiteturas de automação evoluíram significativamente nas últimas décadas. Inicialmente, o controle era pneumático, evoluindo para sinais analógicos de 4-20 mA e, posteriormente, para protocolos digitais. A Nova Smar foi pioneira na implementação de tecnologias como o Foundation Fieldbus, que permite que os instrumentos de campo não apenas enviem uma variável de medição, mas também informações de diagnóstico e status, reduzindo drasticamente os custos de manutenção e aumentando a confiabilidade.
O Conceito de Indústria 4.0 no Setor Bioenergético
A transição para a Indústria 4.0 no setor sucroenergético envolve a integração de tecnologias como a Internet Industrial das Coisas (IIoT), Big Data e inteligência artificial. Segundo a gestão da Nova Smar, a empresa tem focado no fornecimento de ferramentas que permitam a transformação digital das usinas, transformando dados brutos em inteligência operacional. A automação 4.0 permite que uma usina preveja falhas antes que elas ocorram e ajuste o mix de produção (açúcar vs. etanol) em tempo real de acordo com as flutuações do mercado.
A eficácia de um sistema de automação pode ser descrita matematicamente pela sua capacidade de minimizar o erro integral em relação ao tempo. O uso de controladores PID (Proporcional-Integral-Derivativo) avançados é a base para o controle estável:
Onde:
A história da Smar é um reflexo do empreendedorismo tecnológico brasileiro. Criada em 1º de abril de 1974, a empresa começou como uma prestadora de serviços de campo em turbinas a vapor para a indústria açucareira. Essa origem humilde foi fundamental para o sucesso futuro, pois permitiu aos fundadores conhecer as entranhas das usinas e as reais dores dos operadores.
Abertura de Frente e Gaps de Mercado
Na década de 1970, o setor sucroenergético brasileiro era tecnologicamente carente. A maioria dos processos era controlada manualmente ou por sistemas mecânicos rudimentares. Não existiam empresas especializadas em tecnologias dedicadas exclusivamente a esse setor no Brasil; as soluções disponíveis eram adaptações genéricas de indústrias petroquímicas internacionais que nem sempre suportavam as condições severas das usinas (calor excessivo, umidade, vibração e poeira de bagaço).
A Smar identificou que o maior gargalo estava na alimentação da moenda. Se a quantidade de cana-de-açúcar não fosse constante, a extração de caldo seria ineficiente e as turbinas poderiam sofrer danos por sobrecarga. Em 1979, a empresa lançou reguladores eletrônicos para dosar a cana nos alimentadores, sincronizando as esteiras de alimentação e protegendo picadores e desfibradores. Essa foi a primeira grande inovação que abriu as portas para a automação moderna no setor.
Evolução para Referência Global
A partir do sucesso inicial, a Smar expandiu seu P&D para desenvolver uma linha completa de instrumentos: transmissores de pressão, temperatura, densidade e nível. Na década de 1990, o investimento em Sistemas de Controle Digital Distribuído (DCS) e o pioneirismo no protocolo Fieldbus Foundation levaram a marca para o mercado internacional, atendendo clientes em mais de 77 países.
Em 2013, a empresa enfrentou uma crise financeira severa devido à baixa demanda no setor sucroenergético e problemas de gestão, culminando em um pedido de recuperação judicial. No entanto, em 2018, nasceu a "Nova Smar" sob um modelo de gestão inovador, onde os funcionários se tornaram acionistas, preservando o capital intelectual e a continuidade das operações tecnológicas.
Uma das características distintivas da Nova Smar é a capacidade de oferecer uma solução "ponta a ponta", abrangendo desde a chegada do caminhão de cana até a saída do etanol ou açúcar para o mercado. Contudo, a empresa adota uma estratégia de modularidade, entendendo que nem todo cliente possui capital para automatizar toda a planta de uma só vez.
Abrangência do Portfólio
O cliente sucroenergético pode contratar a automação de apenas uma etapa (como a geração de vapor ou a destilaria) ou integrar todo o processo industrial. A arquitetura SYSTEM302 da Smar é híbrida e flexível, permitindo que novas tecnologias sejam adicionadas progressivamente ao sistema existente sem a necessidade de descartar o investimento anterior.
Abaixo, apresenta-se a abrangência técnica da Smar nas principais etapas industriais:
Etapa Industrial | Variáveis Controladas | Tecnologias Aplicadas |
| Recepção e Preparo | Vazão de cana, velocidade de esteiras | Sensores de nível, inversores de frequência |
| Moenda / Difusor | Pressão hidráulica, embebição | Transmissores de pressão, controladores multiloop |
| Tratamento de Caldo | pH, temperatura, dosagem de polímero | Transmissores de densidade (Série DT300) |
| Evaporação | Vácuo, nível de xarope, pressão de vapor | Transmissores de pressão diferencial (Série LD300) |
| Cozimento de Açúcar | Supersaturação, brix, vácuo | Transmissores de densidade e transmissores de nível |
| Fermentação | Temperatura, concentração de levedura | Transmissores de temperatura (Série TT300) |
| Destilaria | Temperatura de colunas, refluxo, graduação alcoólica | Controladores de processo digitais e sensores de vazão |
| Caldeiras e Cogeração | Pressão de vapor, nível do tubulão, O2 nos gases | Sistemas de segurança de chama e controle de combustão |
O Conhecimento do Cliente como diferencial
Para desenvolver essas soluções, a Smar precisou "viver" a rotina das usinas. O desenvolvimento do transmissor de densidade DT301, premiado mundialmente, foi uma resposta direta à necessidade de medir a concentração de caldo e xarope de forma precisa em tempo real, algo que antes era feito por coletas manuais e análises laboratoriais lentas. Esse conhecimento profundo permite que a Smar atenda não apenas os requisitos técnicos, mas também as necessidades de manutenção e facilidade de operação exigidas pelo ambiente rural das usinas.
Atender ao setor sucroenergético impõe desafios únicos que diferem de outros ramos da automação industrial. A sazonalidade é o primeiro deles: as usinas operam 24 horas por dia durante a safra e param para manutenção na entressafra. Qualquer falha tecnológica durante a safra pode resultar em milhões de reais em prejuízo, pois a cana parada perde qualidade rapidamente.
Desafios Operacionais e Ambientais
Desafios Econômicos e Climáticos
O setor é altamente sensível ao clima e aos preços das commodities. Na safra 2024/25, o Brasil enfrentou baixos índices pluviométricos e altas temperaturas, resultando em uma queda de 3,8% na produção nacional de cana. Em cenários de crise, o investimento em automação muitas vezes é visto como custo, quando na verdade deveria ser encarado como a única forma de garantir a sobrevivência através da eficiência global do processo.
Um dos capítulos mais recentes e dinâmicos da automação bioenergética é a ascensão do etanol de milho no Brasil e a consolidação internacional da Smar nesse segmento.
Diferente da cana-de-açúcar, o processamento de milho permite a operação durante todo o ano, mas exige etapas industriais adicionais, como a moagem a seco, a liquefação e a sacarificação do amido.
Presença Internacional e o Caso ACE Ethanol
A Smar não atende apenas empresas no Brasil. Sua presença global é exemplificada pelo fornecimento de soluções de automação para a ACE Ethanol, uma das maiores produtoras de etanol de milho dos Estados Unidos, desde 2004.
Crescimento no Cenário Brasileiro
No Brasil, empresas como Inpasa e FS Bioenergia lideram a produção de etanol de milho, com investimentos que somaram R$ 41 bilhões em 2025. A Nova Smar tem acompanhado esse movimento, fornecendo tecnologias para plantas de grande porte, como a nova unidade da Inpasa em Sidrolândia (MS), que recebeu investimentos de R$ 1,2 bilhão. O etanol de milho representa hoje cerca de 8% da produção nacional, mas com uma tendência de crescimento acelerado devido à abundância de grãos no Centro-Oeste.
A Nova Smar identificou cedo que a melhor tecnologia do mundo é inútil sem profissionais capacitados para operá-la. Para suprir essa lacuna, foi criada a Smar Academy, um portal dedicado exclusivamente ao ensino e capacitação de profissionais da área de automação industrial.
Diferenciais da Smar Academy
A Smar Academy não é apenas um centro de treinamento; ela é considerada uma referência única dentro do segmento de automação devido à sua conexão direta com o fabricante. Enquanto instituições de ensino gerais focam na teoria, a Smar Academy oferece aprendizado prático "direto na fonte".
Pode-se afirmar que este serviço é único no segmento no Brasil, pois combina décadas de experiência em campo com as últimas tendências da Indústria 4.0, como cibersegurança e integração de sistemas em nuvem.
O futuro da automação sucroenergética reside na abertura de sistemas e na digitalização total. A Nova Smar está na vanguarda dessas mudanças, com inovações que prometem quebrar as barreiras proprietárias que historicamente limitaram a indústria.
O Padrão O-PAS e a Parceria com a WEG
Um dos movimentos mais estratégicos da Nova Smar é o foco no padrão O-PAS (Open Process Automation Standard). Desenvolvido pelo OPAF (Open Process Automation Forum), este padrão visa promover a interoperabilidade total: hardware e software de diferentes fabricantes que funcionam juntos de forma intercambiável.
Novos Lançamentos de Hardware
Na 31ª Fenasucro & Agrocana, a empresa apresentou um novo transmissor de pressão projetado para aplicações de até 700 bar. Segundo a Nova Smar, esse equipamento permitirá ganhar uma fatia ainda maior do mercado mundial de instrumentação de pressão, que é o carro-chefe da companhia. Além disso, avanços em conectividade 5G e IIoT estão sendo integrados para permitir o controle de usinas via dashboards móveis e análise de dados em nuvem.
O mercado de automação no Brasil é altamente competitivo, dominado por gigantes globais, mas com a Nova Smar mantendo uma posição de liderança tecnológica e de mercado no nicho sucroenergético.
Dimensionamento do Mercado
O mercado de automação industrial e controles no Brasil foi avaliado em USD 11,23 bilhões em 2025, com uma projeção de crescimento para USD 16,67 bilhões até 2031 (CAGR de 6,82%). Outros levantamentos sugerem números mais conservadores de USD 4,65 bilhões em 2024, mas todos concordam com o crescimento consistente acima de 6% ao ano.
Segmento de Automação (Brasil 2025) | Market Share Estimado | Tendência de Crescimento (CAGR) |
| Controladores Lógicos Programáveis (PLC) | 58.07% | 6.50% |
| Sistemas de Visão Computacional | 14.12% | 7.20% |
| Dispositivos de Campo (Transmissores) | 27.81% | 7.20% |
Competidores e Diferenciação Econômica
Abaixo, um comparativo entre os principais players que atuam no setor sucroenergético brasileiro:
Empresa | Origem | Foco Principal | Vantagem Competitiva no Setor |
| Nova Smar | Brasil | Controle de Processo / Instrumentação | Especialização no setor; Suporte local; Treinamento |
| Siemens | Alemanha | Digitalização / Hardware de Controle | Forte integração com TI e softwares de simulação |
| Rockwell | EUA | Sistemas PLC / Redes Industriais | Facilidade de interface com componentes elétricos |
| ABB | Suíça | Robótica / Redes Elétricas | Domínio em grandes sistemas de cogeração |
| Schneider Electric | França | Eficiência Energética / IIoT | Foco em sustentabilidade e gestão de energia |
| WEG | Brasil | Motores / Drivers / Soluções Digitais | Gigante nacional com capilaridade e hardware robusto |
A grande diferença econômica entre um sistema baseado em PLC (como Rockwell) e um DCS (como o SYSTEM302 da Smar ou o DeltaV da Emerson) reside no custo inicial e na complexidade. O PLC costuma ser mais barato para aplicações pequenas e rápidas, enquanto o DCS oferece melhor integração de software, redundância nativa e gerenciamento de ativos superior para processos complexos como os de uma usina.
A sustentação das informações da Smar depende da saúde do setor sucroenergético. As projeções para a safra 2025/26 no Centro-Sul indicam um cenário desafiador que exigirá maior eficiência industrial para compensar perdas no campo.
Neste contexto, a automação industrial deixa de ser uma opção e torna-se um requisito de sobrevivência. A capacidade de uma usina operar com margens de erro mínimas é o que define quem terá lucro em anos de quebra de safra.
Um ponto fundamental que a Nova Smar deseja ressaltar é a soberania tecnológica e o desenvolvimento sustentável. Como uma empresa que nasceu dentro da usina, a Smar entende que a tecnologia deve servir ao meio ambiente. A automação eficiente reduz o desperdício de água, diminui a queima de combustíveis fósseis através da otimização da cogeração e garante que o biocombustível brasileiro seja o mais limpo e competitivo do mundo.
Além disso, a empresa enfatiza a importância da "tecnologia brasileira para o mundo". O fato de uma usina em Wisconsin (EUA) ou em Mato Grosso (Brasil) operar com a mesma tecnologia de controle desenvolvida em Sertãozinho é um atestado da qualidade e da resiliência da engenharia nacional. A Smar posiciona-se não apenas como fornecedora, mas como uma parceira estratégica que acompanha o ciclo de vida da usina por décadas.
A análise dos dados financeiros e operacionais da Nova Smar revela uma empresa em plena recuperação e crescimento. Em 2021, a receita aumentou cerca de 15%, terminando o ano com um saldo de ativos superior a R$ 29 milhões.
Indicadores de Liquidez e Solvência
Um dado técnico que comprova a saúde da Nova Smar é o seu índice de liquidez corrente:
Em 2021, o índice da Smar foi de 3,56, significativamente superior à média do setor de Indústria de Materiais (1,39), Máquinas e Equipamentos (2,07) e Tecnologia da Informação (2,18). Isso demonstra uma capacidade excepcional de honrar compromissos de curto prazo e realizar novos investimentos em P&D, garantindo que as soluções para o mercado sucroenergético continuem sendo de ponta.
Impacto da Automação no ROI da Usina
A discussão sobre o retorno sobre o investimento (ROI) na automação sucroenergética passa pela redução de perdas invisíveis. Por exemplo, um controle de pH mal executado no tratamento de caldo pode causar incrustações nos evaporadores, reduzindo a troca térmica e aumentando o consumo de vapor em até 15%. Através da automação da Smar, a estabilidade do processo permite operar mais próximo dos limites ideais, gerando um ganho de eficiência que paga o investimento em poucos meses de safra.
Com o advento do combustível sustentável de aviação (SAF) e o hidrogênio verde, o setor sucroenergético brasileiro está entrando em uma "segunda onda" de expansão. A Nova Smar projeta investimentos pesados em:
A jornada da Nova Smar no setor sucroenergético é um testemunho da simbiose entre a indústria de base e a alta tecnologia. Desde os reguladores de moenda da década de 70 até a liderança atual no padrão O-PAS, a empresa provou que o conhecimento profundo das necessidades do cliente é o motor da inovação.
As soluções da Smar atendem de forma modular e escalável, permitindo que usinas de todos os tamanhos, no Brasil e no exterior, alcancem a excelência operacional. A existência da Smar Academy garante que esse conhecimento seja perpetuado e que o setor tenha os profissionais necessários para a era da Indústria 4.0. Apesar dos desafios climáticos e econômicos, o setor sucroenergético encontra na automação industrial a ferramenta para se manter como protagonista da transição energética global. A Nova Smar, com sua estrutura renovada e parcerias estratégicas, está posicionada para liderar essa evolução tecnológica pelos próximos cinquenta anos.
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ADRIANO MARCELO CORTEZE
Nova Smar S/A
05/03/2026
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